Escolas públicas: situação repetitiva!

Fila na Escola Elizabeth Anne Lyra - Maceió. Fonte: gazetaweb

Passadas as festas natalinas e as de ano novo, com anunciantes prévias carnavalescas e eleitorais, e já se fazem presentes os velhos problemas da rede de educação estadual, e algumas municipais, de Alagoas que tanto atormentam pais e alunos do estado. Fosse só em Alagoas, seria fácil, ou não, de resolver. O problema estende-se também a alunos de outros estados. O detalhe é que no estado dos marechais nem mesmo a informatização das matrículas ajuda no processo.
Em Maceió os diretores têm que escolher quais alunos serão admitidos. No interior, além desse problema, os estudantes enfrentam os problemas da falta de transporte público adequado e de material escolar, como livros didáticos. No geral, ainda tem a estrutura deficitária e professores que, além de não gostarem de ser chamados pela denominação correta, autoatribuindo-se a denominação de pedagogos e educadores, não correspondem com seu papel - com exceções, evidentemente. 
Na outra ponta do iceberg estão pais de discentes que enxergam o ambiente escolar como refúgio de descanso para si, onde podem jogar os filhos sem a mínima responsabilidade com o aprendizado. E o poder público estadual e municipal que não realizam suas atribuições de forma eficiente.
No fim de tudo temos alunos semianalfabetos sendo formados nos ensinos fundamental e médio, sem contar no âmbito das Universidades,  e uma sociedade pouco desenvolvida, acrítica, passiva de desmandos políticos e submissa aos detentores do poder.
E é ano de eleição, portanto, mudemos o quadro educacional e de filas madrugadeiras em portas de escolas!

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