Serra do Goití - Palmeira dos Índios - AL A vida é uma ladeira! Ladeira que nem sempre é tão íngreme como muitos gostariam, nem tão leve como deveria ser para acomodar-nos entre cobertas e vícios – muito embora cultivemos alguns – e deixar os sonhos levar-nos entre desafios e dores. E dessa ladeira tão estranha e intrincada, trincada pelas manias de reclamações, todos vão subindo a tal da ladeira. É preciso esforço para subir e aproveitar a vista, a brisa – ou as rajadas de vento -, os casos de amor e as reviravoltas do meio do caminho. E nesse caminho sempre tão intenso, há quem se torne cansativo pelos hábitos de falar do trabalho e nele esconder-se da realidade, sempre nua a buscar um parceiro para as saídas noturnas. Há quem não veja mais que a feiura do lixo que o serviço público não recolhe. Há quem não exista sem uma companhia. Há quem não esteja se importando com nada além de estar bem. Há quem procure entre brigas onde não existe nada além do nada. E todos s...
Imagem: reprodução/Twitter A caixa de pandora das segundas-feiras parece que não foi fechada ainda, nessas terras brasileiras. O dia começou com os correntistas do Banco Inter se sentindo personagens de Jogo do Dinheiro. Contas zeradas ou saldos negativos (ninguém sabe qual é a pior situação). As reclamações dos correntistas invadiram o Twitter e a resposta do Banco Inter, a melhor resposta que a instituição encontrou, foi impedir o acesso dos correntistas às suas contas, no aplicativo e nos caixas 24h, para o desespero daqueles que precisavam honrar seus compromissos hoje. Uma "instabilidade" no sistema do banco. Desde quando banco possuem "instabilidade" em seus sistemas? Isso seria o mesmo que considerar que o banco aceita perder dinheiro e não cobrar aquelas dezenas de "taxinhas" de serviço. Há algo de muito estranho com o Banco Inter e com essa "instabilidade" e não é difícil entender as razões que fizeram a instituição finance...
Foto: jornal GGN. Reprodução. Toda segunda-feira uma bomba diferente. Esta semana começa com o escândalo provado pelo The Intercept em que figuras públicas e com interesses escusos são levadas ao mesmo escrutínio público com o qual jogaram em um passado recente com os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff. No centro do palco estão o ministro do governo Bolsonaro, Sergio Moro, e o procurador do Ministério Público Federal, Deltan Dallagnol. O arauto da justiça e do combate à corrupção vê-se agora desmascarado e posto ao julgamento popular sobre suas ações enquanto juiz e, agora, ministro. Como de praxe, a imprensa nacional tenta reduzir o escândalo, os possíveis crimes e a máfia do colarinho branco do Ministério da Justiça a "marolas", quando na verdade são tsunamis. Os bolsominions não conseguem enxergar a gravidade da situação e os envolvidos comportam-se como os corruptos que tanto dizem detestar. As matérias bombásticas do The Intercept prometem ir ...
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