Serra do Goití - Palmeira dos Índios - AL A vida é uma ladeira! Ladeira que nem sempre é tão íngreme como muitos gostariam, nem tão leve como deveria ser para acomodar-nos entre cobertas e vícios – muito embora cultivemos alguns – e deixar os sonhos levar-nos entre desafios e dores. E dessa ladeira tão estranha e intrincada, trincada pelas manias de reclamações, todos vão subindo a tal da ladeira. É preciso esforço para subir e aproveitar a vista, a brisa – ou as rajadas de vento -, os casos de amor e as reviravoltas do meio do caminho. E nesse caminho sempre tão intenso, há quem se torne cansativo pelos hábitos de falar do trabalho e nele esconder-se da realidade, sempre nua a buscar um parceiro para as saídas noturnas. Há quem não veja mais que a feiura do lixo que o serviço público não recolhe. Há quem não exista sem uma companhia. Há quem não esteja se importando com nada além de estar bem. Há quem procure entre brigas onde não existe nada além do nada. E todos s...
Charge: crédito na imagem. É perfeitamente entendível as diversas razões que fazem o Brasil ser um bom país e, ao mesmo tempo, o bobo da corte da ONU. Uma hora as ruas são transformadas em ringue - literalmente - para defender ou atacar políticos e instituições e em outra os brasileiros estão preocupados com as consequências que poderão surgir a partir da agressão cometida por um jogador de futebol vulgar contra uma mulher igualmente ordinária. Nesses momentos surgem mulheres defendendo o jogador e culpabilizando a ""vítima". Uma ironia se pensarmos direito. O que nos importa a vida doméstica de um jogador de futebol que contrata prostitutas para espancar? O que leva algumas mulheres a quererem o fim de outra apenas por que denunciou uma agressão? A classe feminina, além de desunida, é patética. E se o Congresso Nacional é a pura representação do povo, não é de estranhar que o deputador Carlos Jordy (PSL-RJ) tenha protocolado o projeto de lei "Neymar ...
Foto: jornal GGN. Reprodução. Toda segunda-feira uma bomba diferente. Esta semana começa com o escândalo provado pelo The Intercept em que figuras públicas e com interesses escusos são levadas ao mesmo escrutínio público com o qual jogaram em um passado recente com os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff. No centro do palco estão o ministro do governo Bolsonaro, Sergio Moro, e o procurador do Ministério Público Federal, Deltan Dallagnol. O arauto da justiça e do combate à corrupção vê-se agora desmascarado e posto ao julgamento popular sobre suas ações enquanto juiz e, agora, ministro. Como de praxe, a imprensa nacional tenta reduzir o escândalo, os possíveis crimes e a máfia do colarinho branco do Ministério da Justiça a "marolas", quando na verdade são tsunamis. Os bolsominions não conseguem enxergar a gravidade da situação e os envolvidos comportam-se como os corruptos que tanto dizem detestar. As matérias bombásticas do The Intercept prometem ir ...
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